A natureza primordial - Merleau-Ponty e o “logos do mundo estético”

Autor(es): Claudinei Aparecido de Freitas da Silva

A natureza primordial - Merleau-Ponty e o “logos do mundo estético”

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Descrição

Que interesse, em especial, o tema da Natureza pode surtir no debate filosófico atual? Sobre qual campo heurístico se torna plausível a filosofia interrogar outra significação da Natureza para além das próprias ciências da natureza? Como a fenomenologia e a ontologia logram cumprir um questionamento mais radical dessa tarefa? Tratar-se-ia, aqui, de mais uma filosofia da natureza, em seu formato tradicionalmente metafísico? É possível interpelar outra ideia de Natureza, sem se tornar vítima da ilusão retrospectiva do naturalismo?
Essas, entre outras questões, circunscrevem a atmosfera geral que move o curso do presente estudo, tendo, como referência, a obra de Merleau-Ponty, a qual é animada, do início ao fim, por uma interrogação fundamental em torno do sentido primordial da Natureza. Merleau-Ponty jamais deixara de realçar o quanto a ciência e a filosofia exigem ser interrogadas a partir de suas próprias origens. Nessa direção, a tarefa filosófica dos tempos atuais deve buscar aquilo que constitui a “autoprodução de um sentido”, isto é, o “sentido primordial, não lexical” como desenvolvimento imanente do conhecimento objetivo, do corpo, da intersubjetividade. Por isso, para além do ideal de uma Natureza pura, a razão é posta sob uma exigência ontológica sem precedentes: a de uma explicitação radical do “conhecimento da natureza em seus primórdios”, ou seja, não a “natureza fora de nós”, mas aquela que “vivemos do interior”, “de dentro”.

Informações Técnicas

  • Peso: 0,36 Kg
  • Dimensões do produto
    • Comprimento: 23,00 cm
    • Altura: 2,00 cm
    • Largura: 16,00 cm

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